Dados da Família Rex  

 

 

Brasão da Família Rex

Origem: Inglaterra

Significado: 6 cruzes separadas por uma faixa branca

 

 

IMIGRANTES:

·        PETER REX 

·        Data de nascimento: 22 de setembro de 1832.

·        Local de nascimento: Essen,Westfália, Alemanha.

·        Nome dos paisAté o momento não conhecido.

·        Data da emigração: 1879.

·        Local da emigraçãoAté o momento não conhecido.

·        Data da imigração no Brasil: 1879.

·        Local da imigração no BrasilLinha Boa Vista - Garibaldi - Rio Grande do Sul.

·        Nome do navio com que veioAté o momento não conhecido.

·        Dados importantes sobre a famíliaPeter era serralheiro (fabricante de fechaduras e outros produtos em ferro), seguindo uma tradição dos seus pais, nas Fábricas Krupp, que foram as maiores fabricantes de armas e munições durante quase 400 anos (1587 a 1968). A falta de perspectiva para si e seus filhos na Alemanha, associado ao serviço militar prolongado e com guerras constantes e a propaganda sobre as colônias alemãs e informações de outros imigrantes devem ter influenciado na decisão de emigrar para a América. Sua vinda ao Brasil ocorreu em 1879, com 47 anos de idade, tendo como destino a Colônia Conde d’Eu (atual Garibaldi), talvez pela influência da venda de lotes financiados pelo governo que havia iniciado alguns anos antes (1875). Os imigrantes desembarcavam no Rio de Janeiro, onde ficavam de quarentena na Casa dos Imigrantes, na Ilha das Flores. Daí partiam em vapores para a Província de São Pedro do Rio Grande do Sul até Rio Grande numa viagem de 10 ou mais dias, passando para barcos menores até Porto Alegre. Na capital, eram alojados em barracões precários ou dormiam nas ruas e praças próximas. Seguiam, dias depois, em pequenas embarcações, pelos Rios Caí até Montenegro ou São Sebastião do Caí, Sinos até São Leopoldo, ou Taquari até Bom Retiro. O caminho para a Colônia Conde d’Eu era via Rio Caí até Montenegro/São Sebastião do Caí, e de lá em carroças via Barão/Salvador do Sul/Carlos Barbosa até as Colônias Conde d’Eu (hoje Garibaldi) e Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves). Na colônia  ficaram em barracões de madeira, as chamadas Casas de Agasalho, até serem fixados em seus lotes. O governo oferecia trabalho remunerado durante 15 dias por mês, na abertura de estradas. Peter veio juntamente com a esposa Katharina nascida Helmet com 43 anos e 4 filhos: Henrique com 18 anos, Mathias com 15 anos, Thereza com 13 anos e Guilherme com 4 anos. Em 16/01/1884, a família recebeu um Título Provisório na La Boa Vista - Secção II de um lote de 484.000 m² transcrito no Livro 312 pág. 50 nº 334. Esta área ficava na Linha Boa Vista da Colônia Conde d’Eu, na divisa com a Picada Berlin da Colônia Teutônia, nas atuais terras de Levino Brune. O preço da braça quadrada ou 4,84 m² era de 2 réis. O valor do lote foi de 200.000 réis mais 20 % conforme artigo 6º do Regulamento de 19.01.1867, ou seja, 40.000 réis. E um adiantamento de 139.060 réis. Total do débito: 379.060 réis. Os lotes eram concedidos sob a condição de que dentro de 6 meses construíssem uma casa de madeira e cultivassem uma área de mato de 5 a 6 ares. O financiamento tinha dois anos de carência mais 5 anos para pagar, o que, às vezes, se prolongava até 15 anos (em média 10 anos). O Título Provisório era concedido quando do pagamento de 1/3 do débito. A proximidade da Colônia Teutônia, colonizada por alemães deve ter influenciado na localização do lote da família. A família Rex era católica, mas a predominância dos luteranos na região vizinha da Picada Berlin, associado a dificuldade de ligação com a Igreja Católica dos alemães e, talvez, a própria discriminação contra os católicos, fizeram com que se convertesse para a Igreja Evangélica. O local do lote 47 passou a ser conhecido como Rex Curral, em função da cerca de 1,30 metros de altura feita de pedras que limitava a sua propriedade e limitava o município de Estrela com Garibaldi. O muro de pedras de algumas centenas de metros ainda existe hoje. Peter Rex faleceu em 1893, aos 61 anos de idade como agricultor, sendo enterrado no Cemitério Evangélico da Berlin. A Vva. e filhos receberam o Registro Definitivo de metade do lote 47 (242.000 m²) em 1894. A outra metade foi registrada para Augusto ? Brushmann (Brockmann ?) no mesmo ano, talvez em função da família não ter conseguido quitar todo o lote. Estas informações estão contidas no Livro As Colônias Italianas de Dona Isabel e Conde d’Eu de Rovílio Costa e outros. A viúva e o filho Guilherme, que casou em 1896 com Maria Hermine Lange da Linha Schmidt, e já com dois filhos (Alfredo e Rosalina), venderam a área de 24,2 por volta de 1900 para seu vizinho, Herrmann (Germano) Brune, que havia adquirido seu lote na Colônia Teutônia (Estrela) da Cia. Colonizadora Schilling. A família Lange era natural de Wersen – Westfália. Os outros filhos que já haviam saído de casa, adquiriram outras áreas: Henrique casou-se por volta de 1883 com Madalena Heylmann de Conventos – Lajeado e estabeleceu-se inicialmente em Conventos – Lajeado, junto ao Arroio Forquetinha, onde nasceram os filhos Henrique Filho, Pedro e Francisco. Depois mudou-se para Santana – Fazenda Vila Nova, próximo a Paverama, nas atuais terras de Hilário Roloff; Mathias casou-se com Maria Knebel por volta de 1884 e estabeleceu-se em Boa Esperança – Cruzeiro do Sul nas atuais terras dos filhos de Beno Müller e teve 15 filhos;  Thereza casou-se por volta de 1885 com Jacó Fries de Conventos/Lajeado e mudou-se para Ipira – Santa Catariana e teve 9 filhos. Guilherme, o filho mais novo, estabeleceu-se na Vila Schmidt – Westfália, nas atuais terras de Bruno Fiegenbaum com a esposa Maria Hermine Lange e a mãe Katharina e dois filhos (Alfredo e Rosalina). Katharina faleceu em 1901, aos 65 anos e está enterrada no Cemitério Evangélico da Vila Schmidt. Na Picada Schmidt nasceram mais 12 filhos do Guilherme. Parte da casa do Guilherme ainda existe hoje e foi construída por seu sogro da família Lange que veio da região dos Sinos ou Caí. Talvez seja uma das casas mais antigas da Vila Schmidt. Em função do  predomínio dos westfalianos, apenas alguns descendentes do Guilherme ainda falam o dialeto westfaliano, também conhecido por “sapato de pau”.  Os demais, que mudaram para outras regiões, falam o dialeto Hunsrück, em função da  influência deste dialeto nestas regiões. A família realizou dois encontros: o 1º  dia 30 de maio de 1999, no município de Teutônia/RS. e o 2º dia 27 de maio de 2001, em Santa Rosa/RS. Maiores informações sobre a Família Rex, entre no site da Família: www.tecnicon.com.br/familiarex

·        Data do casamento: Até o momento não conhecido.

·        Local do casamentoAté o momento não conhecido.

·        Data de falecimento: 1 de setembro de 1893.  

·        Local do enterro: Picada Berlin, Westfália, Rio Grande do Sul. 

·        Nome da esposa: Katharina Helmet.   

·        Data de nascimento dela: 8 de setembro de 1836.   

·        Local de nascimento dela: Essen,Westfália, Alemanha.

·        Nome dos pais delaAté o momento não conhecido.

·        Data de falecimento dela25 de maio de 1901.

·        Local do enterro delaVila Schmidt, Westfália, Rio Grande do Sul.

Nome, data e local de nascimento dos filhos:

1.Heinrich/Henrique Rex – nascido em 11 de outubro de 1861;

                                                                    

2.Mathias Rex – nascido em 16 de novembro de 1864;

 

3.Thereza Rex – nascido em 1866;

       

4.Wilhelm/Guilherme Rex - nascido em 30 de agosto de 1875.                                                                                    

Maiores informações sobre a família Rex no Brasil com:

Érico Rex

Rua Piauí, 484 - Bairro São Cristovão

95900-000 - Lajeado - RS - Brasil

Fone: 0xx51 3714 1256 (à noite) e 0xx51 92266864 (celular)

E-mail: ericorex@uol.com.br  

Site: www.tecnicon.com.br/familiarex

 

                              

e-mail - genealogiacapef@ig.com.br

 

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